domingo, 7 de junho de 2009

Abra um negócio em família

12 dicas para fazer com que sua sociedade com parentes resulte em um empreendimento próspero

1 - Escolha o parente certo

Contenha seu entusiasmo e euforia iniciais, e escolha um parente que realmente irá auxiliá-l0 a prosperar. Não chame alguém para ser sócio só porque está desempregado ou tem um dinheirinho para investir, mas não conhece nada do empreendimento. Profissionalize-se desde o início.

2 - Defina horários e responsabilidades

Mesmo que seu sócio seja seu pai ou sua filha, um negócio entre parentes não pode ser encarado como um emprego que proporcione mais liberdade e menos obrigações. Qualquer empreendimento requer muito esforço na fase inicial.

Definia bem as funções e tarefas de cada um. ''Deixe claro quem vai cuidar da parte administrativa, comercial, financeira, produção, como vai ser a remuneração de cada sócio e o horário de trabalho'', aconselha Milton Fumio, consultor do SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) de São Paulo.

3 - Transparência sempre

É preciso prestar contas de tudo, sim. Cada compra, venda ou contratação de serviços deve ser feita às claras, com apresentação de notas fiscais e de comum acordo entre as partes.

Transparência é essencial para amenizar possíveis conflitos, já que alguns desentendimentos sempre vão surgir.

4 - Deixe o restante da família fora

Seu sócio é seu irmão? Então, se acerte diretamente com ele. Ambos devem deixar de lado a opinião - e cobrança - de esposa, genros, cunhados e filhos sobre quem trabalha ou ganha mais. Se algo a incomoda, fale direto com seu sócio, não reclame com outros membros da família.

5 - Não misture pessoa física e jurídica

Você ou seu parente não podem confundir a pessoa com a empresa. Nunca utilize dinheiro do caixa da empresa para pagar despesas pessoais. Essa prática prejudica a contabilidade de seu negócio e gera uma confusão que pode arruinar a empresa e a harmonia familiar.

6 - Não misture pessoa física e jurídica

Você ou seu parente não podem confundir a pessoa com a empresa. Nunca utilize dinheiro do caixa da empresa para pagar despesas pessoais. Essa prática prejudica a contabilidade de seu negócio e gera uma confusão que pode arruinar a empresa e a harmonia familiar.

7 - Planeje sua empresa

Não importa se é uma lanchonete, uma lavanderia ou uma pet shop. Planeje cada passo antes de investir suas economias. Faça uma pesquisa na vizinhança para ver se há demanda pelo serviço, escolha o melhor ponto e ofereça diferenciais, para não ser mais uma na redondeza.

8 - Fuja do negócio ''da moda''

Não pense em abrir um negócio que todo mundo está montando porque ''deve ser lucrativo e eu vou ganhar também''. Depois do boom, a mortalidade dessas empresas tende a ser ainda maior. Mostre outras opções de comércio a seu parente.

9 - Aprenda a lidar com números

Se seu sócio não tem interesse ou afinidade com os números, empenhe-se nessa parte e designe outra função para ele. Desinteresse pela parte financeira significa descontrole nas contas e prejuízo.

10 - Tem que gostar e saber fazer

Procure um negócio que você goste e no qual possa aproveitar sua bagagem, transformando seu conhecimento pessoal em um diferencial de mercado. Só não vale confundir hobbies com saber fazer. Afinal, sua prima pode fazer bolos ótimos, mas daí a abrirem uma doceria há uma grande distância.

11 - Invista em qualidade

Economizar é bom, contudo, é preciso ser criteriosa na hora do corte para não comprometer fatores prioritários, como a qualidade do produto. Não há como fazer uma empresa crescer sem gastar e os sócios devem equilibrar a equação: a necessidade de economia e o indispensável para investir.

12 - Fique de olho na concorrência

O mercado hoje é muito rápido e dinâmico. Você deve saber como o concorrente está se comportando para inovar antes dele. Converse sempre com seu sócio sobre possíveis inovações.


Fonte: M de Mulher

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